Danny Calixto
A cantora, compositora e violonista gaúcha Danny Calixto residente em São Paulo, tem uma trajetória musical que inclui o lançamento de dois álbuns autorais, trilhas sonoras para teatro, vários singles e participações como intérprete em álbuns da cena artística do sul do país.
Enquanto morou em Curitiba, atuou em diversos comerciais de tv e espetáculos de teatro e através da criação de trilhas foi indicada ao Troféu Gralha Azul – premiação paranaense – pelo espetáculo infanto-juvenil “A Cegonha boa de Bico”.
Já morando em Porto Alegre, lançou seu álbum de estreia “Abracadabra” lhe rendeu indicações ao Prêmio Açorianos 2004 RS como Intérprete Pop/Rock e Revelação.
“Quintais do Mundo”, seu segundo álbum teve 8 indicações em várias categorias e recebeu 3 prêmios, dentre eles o de “Melhor intérprete MPB 2017” – Premiação oficial do estado do RS e menção honrosa pelo site Embrulhador – melhores discos de 2016.
Em Porto Alegre produziu e trabalhou de 2014 a 2017 em um espetáculo cênico chamado “Brasinaria” de releituras de músicas dos anos 40 e 50 contando um pouco da história da implementação da rádio e da televisão no Brasil.
Em São Paulo fez especialização em Canção Popular, vem lançando seus singles através dos streamings, desenvolve um projeto de pesquisa de rítmicas e folclore brasileiro e desde 2023 é integrante como violonista e cantora da “A Magnífica Orchestra de Músicas do Mundo” premiada em 2025 com o Prêmio Profissionais da Música na categoria Orquestra Popular.
Segue abaixo entrevista exclusiva com Danny Calixto para a www.ritmomelodia.mus.br, entrevistada por Antonio Carlos da Fonseca Barbosa em 11/05/2026:
01) Ritmo Melodia: Qual a sua data de nascimento e a sua cidade natal?
Danny Calixto: Nasci no dia 14/07/1973 em Porto Alegre – RS. Registrada como Danielle Gomes Calixto.
02) RM: Fale do seu primeiro contato com a música.
Danny Calixto: Minha mãe (Maria de Nazareth) e padrasto (Arno) compraram um violão para iniciar as aulas e me perguntaram seu eu queria também. Eu tinha 11 anos de idade e só tinha que estudar, preocupação zero. Desde então o instrumento virou meu parceiro.
03) RM: Qual sua formação musical e/ou acadêmica fora da área musical?
Danny Calixto: Apesar de ter tido alguns professores particulares e ter feito o primeiro ano do fundamental em violão clássico na Escola de Música e Belas Artes de Curitiba, me considero autodidata. Foi lendo canções cifradas das revistas e no contato com bons músicos que fui me aprimorando e me descobrindo junto.
04) RM: Quais as suas influências musicais no passado e no presente? Quais deixaram de ter importância?
Danny Calixto: Chico Buarque desde muito cedo foi talvez o primeiro compositor a chamar minha atenção. Devia ter uns 7 ou 8 anos de idade. Nesse período os Doces Bárbaros também já me encantava muito, era uma descoberta de estética musical que me fazia feliz.
Mesmo sendo ainda uma criança, a sonoridade deles me encantava. Não devia entender muita coisa sobre as letras, mas as músicas deles me faziam feliz de alguma maneira. Caetano Veloso e Djavan abriram um portal pra mim e isso é até hoje.
Na adolescência esse balaio se encheu de sonoridades, dentre elas estavam Mutantes, Rita Lee e todos os do Clube da Esquina: Milton, Lo Borges, Toninho Horta, Flávio Venturini, Beto Guedes. Também explorava o rock progressivo : Yes, Focus, New Young, Genesis, King Crimson, Led Zepellin, Pink Floyd… e a música instrumental : Medusa, Pau Brasil, Cheiro de Vida, Azymuth, Heraldo do Monte, Hermeto, Sivuca, Egberto Gismonti… o jazz do Brasil e da gringa: George Benson, Al Jarreau, Pat Metheny, Bobby McFerrin, Stanley Jordan, Miles Davis… puxa, dá pra passar o dia nomeando gênios (risos).
Acho que nada deixou de ter importância. Tive meu momento disco music, reagae, pop, bregas e românticas de rádio AM, jazz, rock, sambas e muuuita mpb. No fim acho que todos esses caminhos sonoros foram liquidificadas dentro de mim e fazem parte da construção do meu vocabulário, então continuam vivos com as suas potências.
05) RM: Quando, como e onde você começou sua carreira musical?
Danny Calixto: Quando eu tinha uns 18/19 anos (em 1991), eu e Rogeria Holtz, uma grande amiga e cantora, violonista, depois de umas pequenas canjas, fomos convidadas a fazer um show em um bar emblemático de Curitiba – PR que se chamava “Trem Azul”. O nome já dava a entender um pouco do clima. Este local tinha a peculiaridade de ser além de uma casa de show de música não comercial, era também local onde os músicos mais famosos do eixo escolhiam para fazer seu pós show.
O que aconteceu foi que na nossa estreia, no que entramos no palco vimos que Luiz Melodia estava lá. Aí eu pensei: bom, essa noite ou vai ser nossa última, ou algo bom deve acontecer depois dele. Acabou que tínhamos no repertório também músicas dele e cantamos. Ele se divertiu e nós saímos “ilesas”, felizes e sem arranhões. E por muito tempo fizemos esta gig que foi muito bem aceita pelo público.
06) RM: Quantos álbuns lançados?
Danny Calixto: Tenho dois álbuns lançados, meu primeiro se chama “Abracadabra” lançado em 2003 e Quintais do Mundo em 2016. O primeiro de música pop e o segundo mais MPB em que exploro mais rítmicas diferente: ijexá, shufle, samba, chacareira, chamamé, samba funk, marchinha e algumas pitadas de world music.
E lancei dez singles: nove de minha autoria e um single interpretando uma canção de Carlos Careqa e Chico César. No primeiro álbum, fui indicada a dois prêmios: Revelação e Intérprete Pop/Rock. No segundo foram sete indicações e três premiações, dentre elas a de Melhor Intérprete MPB 2017 no Prêmio Açorianos – RS que é a premiação mais importante do Rio Grande do Sul.
07) RM: Como você define seu estilo musical?
Danny Calixto: Posso dizer que a MPB com alguma pitada de Pop, me define.
08) RM: Você estudou técnica vocal?
Danny Calixto: Sim, tive aulas sistemáticas e algumas imersões com fonoaudiólogas e com professoras de canto.
09) RM: Qual a importância do estudo de técnica vocal e cuidado com a voz?
Danny Calixto: O estudo da técnica vocal traz uma grande estabilidade para o canto e propicia com este suporte, a sedimentar uma identidade vocal.
10) RM: Quais as cantoras (es) que você admira?
Danny Calixto: Cássia Eller, Gal Costa, Maria Bethânia, Elis Regina, Rita Lee, Zélia Duncan, Anna Tréa, Vanessa Moreno, Amy Winehouse, Sade, Coco Taylor, Jonny Mitchell, Tracey Thorn (Everything But the Girl), Lauryn Hill…
11) RM: Como é seu processo de compor?
Danny Calixto: No geral, componho a partir de uma narrativa que vai acontecendo na medida em que a caneta se move na minha mão. Tento escrever de maneira livre. Pra mim acontece no fazer, no caminho das pedras.
Tenho tentado ultimamente fazer com que a linha melódica chegue antes com um sinal sonoro que vem com uma carga de possibilidades de narrativa. Tenho gostado de arriscar com métodos diferentes porque acho que levam a mente pra lugares inexplorados.
12) RM: Quais são seus principais parceiros de composição?
Danny Calixto: Quatro canções com Eliana Chiossi, poeta paulista/baiana. Três canções com Márcio Celli, cantautor portoalegrense. Três canções com Rogéria Holtz, cantautora de Curitiba.
Uma com Kiko Ferreira, jornalista/poeta de Belo Horizonte. Duas com Marcelo Cougo. Uma com Luís Mauro Vianna e uma com Rodolfo Bitencourt: todos compositores de Porto Alegre.
13) RM: Quais os prós e contras de desenvolver uma carreira musical de forma independente?
Danny Calixto: Os prós é que você transita musicalmente com grande liberdade, não se atendo às questões mercadológicas especificas, podendo criar da maneira mais livre. Por outro lado, há ausência de investimento por parte de uma produtora ou gravadora. Essa falta de suporte e planejamento vem como uma limitação direta à capacidade de expansão das atividades musicais.
14) RM: Quais as estratégias de planejamento da sua carreira dentro e fora do palco?
Danny Calixto: A partir do momento em que a canção é concebida, inicia-se imediatamente o trabalho de produção musical e arranjo. A pré-produção define a estrutura da canção e serve como guia para as etapas seguintes.
Depois da pré-produção, eu contrato um produtor/arranjador para desenvolver o material. Simultaneamente ao processo musical, crio e organizo o material gráfico e a logística futura.
Assim que a canção está masterizada, busco minha distribuidora para que ela seja catalogada em todos os streamings e início contato com sites e rádios pra inserção da canção nos programas e/ou programação da rádio.
No caso de apresentações ao vivo (show), o processo é semelhante: dentro do planejamento está a elaboração conceitual do show, escolha de espaço, elaboração do material gráfico, busca de mídia pra entrevistas e divulgação, definição de equipe e músicos, marcação de ensaios , organização de repertório, elaboração do arco dramático do espetáculo e contratação técnica para o show.
15) RM: Quais as ações empreendedoras que você pratica para desenvolver a sua carreira musical?
Danny Calixto: Estou sempre buscando me atualizar com novas formas de divulgação, bem como praticar minha escrita pras canções , testando melodias e ajustando tudo de maneira que minha digital esteja ali.
16) RM: O que a internet ajuda e prejudica no desenvolvimento de sua carreira musical?
Danny Calixto: A internet é uma “propagadora gigantesca” do trabalho musical. Acontece que a prática de criar e subir canções nas plataformas é realizada por praticamente toda a população mundial que compõe, gerando um mar de canções simultâneas.
Quando uma canção não é impulsionada de alguma forma por um plano de marketing vindo por exemplo de uma gravadora ou produtora, sua trajetória torna-se incerta devido à ausência de investimento financeiro. O resultado é que muitas músicas ficam “ao sabor do vento”: sorte e descoberta orgânica tornam-se fatores relevantes.
17) RM: Quais as vantagens e desvantagens do acesso à tecnologia de gravação (home estúdio)?
Danny Calixto: Eu sou usuária de home studio e a tecnologia transformou minha forma de produzir música desde o meu primeiro disco.
A utilização de DAWs (softwares de gravação e empilhamento de instrumentos) foi um facilitador incrível que me deu autonomia para gravar, editar e criar sem depender de ninguém.
Faço gravações em linha, uso MIDI e samples de acordo com a canção pra fazer a pré-produção dela com tudo o que passa pela minha cabeça.
Acabei me tornando minha própria engenheira de som. Limitações reconhecidas: Quando efetivamente é produzida provavelmente vá ter um fluxo híbrido: hora home estúdio para a parte do trabalho, hora em um estúdio profissional quando demanda uma especificidade técnica de isolamento acústico e microfonação.
Resumindo: o home estúdio foi e continua sendo pra mim uma ferramenta extremamente valiosa que ampliou minha capacidade criativa e operacional, permitindo gravar e produzir boa parte do trabalho de forma autônoma, além do investimento financeiro que é infinitamente menor. Resumindo: só vejo vantagens!
18) RM: No passado a grande dificuldade era gravar um disco e desenvolver evolutivamente a carreira. Hoje gravar um disco não é mais o grande obstáculo. Mas, a concorrência de mercado se tornou o grande desafio. O que você faz efetivamente para se diferenciar dentro do seu nicho musical?
Danny Calixto: O ponto central é que não existe uma fórmula mágica para o sucesso, infelizmente (risos). Acho que o diferencial está na criação e gestão da identidade artística. É aí que nasce a relevância.
Apesar de reconhecer influências de muitos compositores que são maravilhosas fontes de inspiração,meu objetivo é encontrar o lugar próprio de fala.
A criação pra mim é um processo contínuo e revelador: cada canção é uma nova experiência em si mesma, que permite me reconhecer nela e às vezes elucidar questões que são coletivas.
19) RM: Como você analisa cenário da Música Popular Brasileira? Em sua opinião quais foram as revelações musicais nas últimas décadas? Quais artistas permaneceram com obras consistentes e quais regrediram?
Danny Calixto: O cenário da MPB ficou muito diverso: há muitas vozes novas e diferentes lugares de fala que passaram a integrar a cena musical.
A inserção de temas de minorias e questões sociais tem sido marcante nas últimas décadas. Existe uma riqueza e uma revelação musical contínua, ao lado de um corpo consistente de compositores e intérpretes clássicos.
Quem permanece como minhas referência são alguns compositores e intérpretes consistentes: Caetano Veloso, Gilberto Gil, Chico Buarque, Lenine, João Gilberto, Adriana Calcanhotto, Tom Jobim, Rita Lee, Djavan, Milton Nascimento e turma do Clube da Esquina: Lô Borges, Beto Guedes, Toninho Horta, Flávio Venturini.
Como intérpretes e vozes marcantes: Maria Bethânia, Gal Costa, Elis Regina, Cássia Eller. Antes deles, muitos nomes importantes como Noel Rosa e Cartola como exemplo histórico.
O que mudou nas últimas décadas? Ampliação de vozes: inclusão de artistas periféricos, pessoas pretas e grupos historicamente marginalizados, trazendo questões sociais relevantes pro front da discussão. A música se tornou mais plural, com repertórios de diferentes origens convivendo.
Há também uma produção contemporânea que tende à simplicidade extrema: canções que não exigem reflexão alguma e que priorizam um efeito instantâneo. Ela oferece uma síntese mastigada, sem necessidade de pensar ou processar conteúdo algum.
Essa tendência enfraquece o poder da música de revelar e nomear sentimentos inconscientes, diminuindo experiências profundas de escuta, além do desenvolvimento crítico.
Resultado: muitas músicas atuais privilegiam o entretenimento físico (dança, batida) em detrimento da elaboração e reflexão. Perdemos todos com isso e que também é pra lá de político.
Alguns artistas foram bem relevantes nas últimas décadas no Brasil: Lenine, Tim Bernardes, Emicida, Anelis Assumpção, Criolo, Chico Cesar, Zeca Baleiro, Tulipa Ruiz, Anna Tréa, Zé Ibarra, Liniker, Livia Nestrovski, Vanessa Moreno e Jota.pê.
20) RM: O que te deixa mais feliz e mais triste na carreira musical?
Danny Calixto: Mais feliz é criar e poder trazê-la pro mundo concreto. O mais triste é pensar que muita canção e carreiras são engolidas pela falta de visibilidade.
Aí podemos pensar na falta de espaço como um todo. Já vi nesse tempo de carreira na música, trabalhos incríveis sendo encerrados por falta de espaço e investimento.
21) RM: Existe o Dom musical? Como você define o Dom musical?
Danny Calixto: Acho que dom vem de algo que se tem muito amor. É uma necessidade. Talvez muita gente tenha esse dom, mas ainda assim não sinta esse chamado. É preciso muita resiliência e dedicação.
A gente produz canção mesmo sem existir demanda. Ninguém chama um compositor pra compor uma canção pra extrair dente, por exemplo. Ela não tem essa objetividade, no entanto a ideia de que a arte faz com que a vida seja possível, me soa como um mantra. É na arte que reside a nossa subjetividade.
22) RM: Qual é o seu conceito de Improvisação Musical?
Danny Calixto: Um bom improviso surge de uma prática de um conhecimento técnico, experimentação e muito estudo consistente. Acho admirável ter esta soltura melódica e rítmica e acredito que essa prática encontra no artista uma porção de vulnerabilidade que pra muitos poderia ser desconcertante. É um pouco como voltar a ser criança pra experimentar coisas ao vivo.
23) RM: Existe improvisação musical de fato, ou é algo estudado antes e aplicado depois?
Danny Calixto: Acho que no geral tem muito conhecimento e trabalho por traz do improviso. Do violeiro repentista que reflete sobre as possibilidades das rimas, do tamanho e uso das palavras, das diferentes maneiras de se contar um “causo”, ao instrumentista que conhece o campo harmônico, as escalas, por traz dessa mágica tem sempre a necessidade de se debruçar sobre o assunto.
24) RM: Quais os prós e contras dos métodos sobre Improvisação musical? Quais os prós e contras dos métodos sobre o Estudo de Harmonia musical?
Danny Calixto: Acho que são ferramentas super importantes. Os métodos capacitam as pessoas criando bases sólidas e vocabulário. Conhecimento é ouro!
25) RM: Você acredita que sem o pagamento do jabá as suas músicas tocarão nas rádios?
Danny Calixto: Muitas das minhas canções tocam em rádios, algumas estatais, web rádios e rádios que mantém programas de divulgação da música independente. São mecanismos importantíssimos de resistência. O jabá é o fim da picada. Ele desmantela toda a cadeia criativa da música independente.
26) RM: O que você diz para alguém que quer trilhar uma carreira musical?
Danny Calixto: Ame, antes de mais nada, porque a dificuldade e o desânimo aparecem em vários estágios. Ouça muita música, toque, tire canções, aprenda um instrumento. Não quer tocar, só cantar? Isso já é muita caminhada! Encontre sua voz. Quer compor? Leia livros, leia as canções, leia poesia, escreva, vá fundo no processo. Na pior das hipóteses vai ser uma grande aventura.
27) RM: Festival de Música revela novos talentos?
Danny Calixto: Acredito que sim, nunca fui muito envolvida com festivais, mas tenho colegas que participam ativamente deles e é um jeito bem interessante de se divulgar e serem reconhecidos.
28) RM: Como você analisa a cobertura feita pela grande mídia da cena musical brasileira?
Danny Calixto: A grande mídia se interessa pelo que é mainstream e pelo que “vende”. Há uma ênfase clara nos concursos dedicados à voz, em enaltecer um tipo de canto como o belting, associado à canção americana como modelo de performance preferido: eloquente, dramático e de impacto imediato. A Música Sertaneja local, hoje música associada ao agronegócio também tem uma imensa fatia dessa projeção nas grandes redes de televisão.
Cantores que adotam um canto diferente disso, mais suave, contido ou mais alinhado ao canto brasileiro, frequentemente são desclassificados nestas competições, mesmo quando entregam trabalhos de excelência, possuem alto nível técnico e relevância artística. É um problema cultural: a hegemonia de um modelo de performance em detrimento da pluralidade vocal brasileira.
29) RM: Qual a sua opinião sobre o espaço aberto pelo SESC, SESI e Itaú Cultural para cena musical?
Danny Calixto: Maravilhosos e vitais. Eles nos entregam parte desta pluralidade artística que precisamos como público e como artistas.
30) RM: Quais os seus projetos futuros?
Danny Calixto: Estou produzindo um repertório de canções inéditas para lançar em um novo show, em breve.
31) RM: Quais seus contatos para show e para os fãs?
Danny Calixto: (11) 943820367 | www.dannycalixto.com.br | https://www.instagram.com/dannycalixto_oficial | https://www.facebook.com/dannycalixto.oficial
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