More Rafael Leite »"/>More Rafael Leite »" /> Rafael Leite - Revista Ritmo Melodia
Uma Revista criada em 2001 pelo jornalista, músico e poeta paraibano Antonio Carlos da Fonseca Barbosa.

Rafael Leite

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O cantor, compositor, violonista paulista Rafael Leite estudante de música desde oito anos de idade, adquiriu grande conhecimento teórico musical e larga experiência como professor de Teoria Musical, Solfejo, Percepção e História da Música.

Estudou Regência na Universidade Livre de Música com o maestro Marcos Júlio Sergl. Foi aluno de grandes professores como Marcos Câmara, Julio Bellodi, Erica Hedrikson e História da Música com Arnaldo Senise.

Fez parte do Coral do Estado de São Paulo, sob a regência de José Ferraz de Toledo, onde teve a oportunidade de participar da encenação de várias óperas, além de grandes obras como “Quinta Sinfonia de Bethoven”, Deutch Requiem de Bhrams, “A Paixão Segundo São Mateus” e “Jesu Meine Freud” de Johan Sebastian Bach.

Participou também do Coralusp, sob a regência de Regina Shimizu, Helena Starzinski, Roberto de Lima Rodrigues e Tiago Pinheiro. Com Marcia Henschel, participou da primeira montagem da opereta “A Noiva do Condutor” de Noel Rosas, no papel de condutor e solista. Com o maestro Benito Juares, participou da montagem de grandes obras como “O Guarani” de Carlos Gomes e “Carmina Burana” de Carl Orf.

No Madrigal Ars Viva de Santos, sob regência de Roberto Martins, participou ativamente do Festival Musica Nova como cantor e teve a oportunidade de participar da primeira e única montagem realizada da Òpera Café com texto de Mário de Andrade e música de Hans Joachim Koeureuter com direção cênica de Fernando Peixoto e direção musical de Gustavo Petri. Também cantou no Coral da Cultura Inglesa, sob regência de Marcos Júlio Sergl. Estudou Canto Gregoriano com a Madre Mary Marie Du Redemptor e fez parte do Coral de Canto Gregoriano São Pio X, regido por Mary Marie.

Atuou profissionalmente no Teatro Paulistano como ator e músico à frente de montagens como “Cantos Peregrinos” de José Antonio de Souza, direção de Marco Antonio Rodrigues e Surabaya Johnny de Bertold Brecht (adapt. Reinaldo Maia) e direção de Marco Antonio Rodrigues.

Regeu o Grupo Coral de Todos os Cantos na cidade de Peruíbe na frente do qual participou por várias vezes do Mapa Cultural Paulista, promovido pela Secretaria de Estado da Cultura como representante da cidade de Peruíbe, depois de seleção realizada com vários grupos locais.

Como compositor, cantor e violonista, atua no âmbito da Música Regional Valeparaibana, tendo lançado o álbum – “Veredas do Vale” em 2006. Trabalhou durante quatro anos e meio com o ensino das Línguas Inglês e Espanhol, onde desenvolveu técnicas do uso da música e do teatro no ensino destas línguas.

Atualmente administra Oficinas de Canto Coral e Música para o Teatro Infantil junto à Secretaria de Estado (Assaoc), onde está em andamento a montagem de “Os Saltimbancos”, de Chico Buarque de Holanda junto com a atriz Ana Guasque. Eventualmente assume o papel de professor de Teoria e Percepção Musical para alunos dos módulos de iniciação da Universidade Livre de Música, unidade São José dos Campos. Fala fluentemente Inglês e Espanhol.

Segue abaixo entrevista exclusiva com Rafael Leite para a www.ritmomelodia.mus.br, entrevistado por Antonio Carlos da Fonseca Barbosa em 17.01.2024:

01) Ritmo Melodia: Qual a sua data de nascimento e a sua cidade natal?

Rafael Leite: Nasci no dia 01/12/1957 em Redenção da Serra – SP, uma micrópolis localizada no Alto Vale do Paraíba, na Serra do Mar. Próximo ao nascedouro do Rio Paraíba, essa cidade foi uma das vítimas da represa construída em Paraibuna. A velha Redenção foi demolida, inundada e construída uma outra cidade, a Nova Redenção. Registrado como José Rafael Leite.

02) RM: Fale do seu primeiro contato com a música.

Rafael Leite: Foi muito cedo, através da minha mãe (Benedita Gaspar Leite) que cantava muito bem e trazia influências do seu pai que não cheguei a conhecer. Segundo minha mãe contava, ele era comerciante bem próximo à uma estação de trem no sul de Minas (Santana do Capivari). Como ele tocava diversos instrumentos, o seu comércio vivia sempre cheio de pessoas afinadas com essa prática. Sem dúvida minha mãe levou essa influência pela vida e me passou.

03) RM: Qual sua formação musical e/ou acadêmica fora da área musical?

Rafael Leite: Quando criança, não tive nenhuma iniciação musical e/ou instrumental, a não ser uma iniciação básica em trompete na banda de música da cidade e no Canto Orfeônico da escola (é sim, eu vivi isso).

Bem mais tarde eu me interessei pelo violão (por causa das oportunidades de tocar em rodas de amigos, etc). Mas nessa época não era nada fácil seguir uma metodologia de ensino voltada pro estudo como se tem hoje.

Eu fui me desenvolvendo primeiro com as revistas Violão e Guitarra, com a orientação de um ou outro professor que tocava, mas nada tão aprofundado. Mais tarde ainda adquiri o gosto de cantar em corais, juntamente com um ensino mais sistematizado da teoria musical.

Depois ingressei no Coral do Estado de São Paulo e fui fazer Regência Coral na antiga ULM – Universidade Livre de Música, hoje é EMESP – Tom Jobim.

Fora da música, me formei em Técnico em Veterinária, sem nunca ter exercido. Posteriormente prestei vestibular para Administração de Empresa e abandonei o curso no 3º ano.

FORMAÇÃO PROFISSIONAL: Desenvolvimento do Ouvido Harmônico

Universidade Livre de Música – Primeiro semestre 2008 Profa Laura Campaner

Curso Básico e Profissionalizante de Teatro no Teatro Escola Macunaíma – 1.980, 1.981 e 1.982. Técnica Vocal, Solfejo, Ritmo e Harmonia Coralusp São Paulo – 1.983 a 1.989. Curso Canto Gregoriano – 1.984 e 1.985 Madre Mary Mari.

Violão Clássico e Popular Escola Municipal de Violão – Secult Santos. Desenvolvimento do ouvido harmônico Universidade Livre de Música. Curso de Musicalização Infantil Universidade Livre de Música. Regente do Coral de Canto em Canto – Peruíbe.

Regente do Coral da Terceira Idade dos Centros de Convivência da Prefeitura Municipal de Santos 1.994 a 1.996. Regente do Coral do Núcleo da Terceira Idade de Peruíbe. Preparador Vocal de atores do Núcleo de Teatro do Centro Cultural

do Jardim Monte Azul. Integrante do Coral do Estado de São Paulo. Regência Coral na Universidade Livre de Música (cursando) com o Prof Marcos Júlio Sergl. Assistente Artístico voltado ao aprendizado dos Idiomas Inglês e Espanhol.

04) RM: Quais as suas influências musicais no passado e no presente. Quais deixaram de ter importância?

Rafael Leite: Do passado, ouvi muito minha mãe cantando Heckel Tavares, Lamartine Babo, Ari Barroso, Pixinguinha, Luiz Gonzaga, Chiquinha Gonzaga, Alvarenga e Ranchinho, Tonico e Tinoco, Freire Junior, Jorge Galatti e muitos outros. Nenhum deles deixou de ter importância.

05) RM: Quando, como e onde você começou sua carreira musical?

Rafael Leite: Falar em carreira musical é muito difícil, mesmo porque nunca consegui viver da minha música, apesar de ter feito parte do Coral do Estado, ter regido corais, ter atuado no teatro, ter ministrado aulas de canto, violão, teoria musical, preparação vocal de atores, sempre tive que dividir o meu tempo com trabalhos de outra natureza para conseguir me manter. Até hoje ainda é assim.

06) RM: Quantos CDs lançados?

Rafael Leite: Em 1985 eu participei com uma faixa em um LP (vinil ainda) de uma coletânea “União de Forças” pela Phoenix. Em 2006 gravei o CD “Veredas do Vale”, de forma independente e atualmente estou em fase de finalização de um EP com seis faixas que se chamará “Reminiscências” e deve sair até o final de 2023.

07) RM: Como você define seu estilo musical?

Rafael Leite: Eu classifico o meu trabalho como música regional Vale-paraibano. Foi de lá a fonte que mais bebi e que também gosto de fazer.

08) RM: Você estudou técnica vocal?

Rafael Leite: Sim estudei técnica vocal e também de aulas.

09) RM: Qual a importância do estudo de técnica vocal e cuidado com a voz?

Rafael Leite: Total importância, acho que é impossível se manter um trabalho musical/vocal com um mínimo de qualidade, sem técnica.

10) RM: Quais as cantoras(es) que você admira?

Rafael Leite: São vários, alguns que já têm uma posição de destaque na música como Renato Teixeira, Almir Sater, Guilherme Rondon, Lenine, Chico Cesar, Geraldo Azevedo, Xangai, Maciel Melo, Elomar e as figuras carimbadas de sempre, Chico, Gil, Caetano, Edu Lobo, Gal Costa, Betânia, Eliz Regina. E tem também os que ainda buscam um lugar ao sol, Alvaro Cueva, Max Gonzaga, Marcio Policastro, Tato Fisher, Ozias Stafuza, os irmãos Cassio e Roberto Gava, Paulo Araújo, Adolar Marin, Darwinson Melo, Felipe Bedetti, Bilora, Chico Lobo, Amauri Falabella, Rubi, Kleber Albuquerque, Barbara Rodrix, Luma Aiub, Ana Lee, Denise Melo, Cris Pini, Kika, Carmina Juarez… Uma infinidade.

11) RM: Como é seu processo de compor?

Rafael Leite: Não existe um processo. É 10% inspiração e 90% transpiração (risos). Primeiro vem a ideia inicial, que eu chamo de mote, a partir daí desenvolvo a letra para que uma melodia seja encaixada facilmente.

Outras vezes encaminho a letra para algum parceiro que tenho certeza que fará melhor que eu. Outras vezes recebo a letra de alguém e encaixo uma melodia. Ou ainda recebo uma melodia na qual encaixo uma letra. Então não existe um processo único.

12) RM: Quais são seus principais parceiros de composição?

Rafael Leite: Um dos primeiros parceiros foi Dirceu Setti, que morava na mesma cidade que eu. Tentamos até uma parceria de trabalho musical que não aconteceu. Já compus também com Zé Arruda, Reinaldo Salvitti, Sonekka, Léo Nogueira, Kana Aoki, Alexandre Tarica, Antonio Galba, Wellignton Faria, entre outros.

13) RM: Quais os prós e contras de desenvolver uma carreira musical de forma independente?

Rafael Leite: Eu costumo dizer que uma carreira independente é aquela onde você mais depende de outros, de parcerias artística e monetária. Hoje eu vejo que os músicos encontraram uma saída bastante interessante para somar esforços que a integração em coletivos.

Há algum tempo tenho me integrado a alguns e sinto que o trabalho de todos tende a crescer. Cito alguns que já integrei e ainda integro: Rede Solidária de Música Brasileira, Clube Caiubi, Toca do Autor, Casa dos Clarins, Uma Terra Só e os diversos saraus que com certeza voltaram à moda e tem sido muito frequentado por músicos e poetas.

Aquele trabalho com arte que conhecemos de tempos atrás, do artista ser patrocinado, ter uma gravadora que investe na produção, que coloca no mercado e divulga para ter o retorno, esse não existe mais.

Talvez seja esse dado que mais pesa contra. Mas eu digo isso por mim que venho passando por várias fases do fazer artístico, várias mudanças, novas tecnologias que precisam ser aprendidas urgentemente para não ficar para trás.

14) RM: Quais as estratégias de planejamento da sua carreira dentro e fora do palco?

Rafael Leite: Hoje em dia é necessário estar atento aos editais públicos como uma forma de consolidar o fazer artístico e isso não é nada fácil, pois demanda um tempo enorme e uma aproximação com a linguagem burocrática.

15) RM: Quais as ações empreendedoras que você pratica para desenvolver a sua carreira musical?

Rafael Leite: Eu não sei se pode ser considerado como uma ação empreendedora, mas procuro estar sempre tocando em algum lugar, procurando visibilidade uma vez que isso conta muito para uma contratação ou para análise em um edital. Fora isso, procuro desenvolver projetos procurando integrar linguagens diferentes de arte para que isso possa servir mesmo como um diferencial.

16) RM: O que a internet ajuda e prejudica no desenvolvimento de sua carreira musical?

Rafael Leite: A internet é uma ferramenta que tanto nos aproxima como nos afasta do desenvolvimento do fazer musical. Por ser muito dinâmica e estar em constante mudança, não é nada fácil acompanhar e se manter nas diversas plataformas que estão aí.

Além do mais a internet dá uma grande visibilidade às mais diversas manifestações artísticas o que torna difícil separar o joio do trigo nesse mar de informações que ela nos joga na cara todos os dias.

17) RM: Quais as vantagens e desvantagens do acesso à tecnologia de gravação (home estúdio)?

Rafael Leite: Não consigo ver desvantagens no acesso à essa tecnologia. Tenho certeza que ela nos torna mais senhor de nossas ações artísticas, facilita muito a produção musical, uma vez que corta e muito os custos da produção. Mas reafirmo, não é fácil acompanhar e absorver toda essa tecnologia.

18) RM: No passado a grande dificuldade era gravar um disco e desenvolver evolutivamente a carreira. Hoje gravar um disco não é mais o grande obstáculo. Mas, a concorrência de mercado se tornou o grande desafio. O que você faz efetivamente para se diferenciar dentro do seu nicho musical?

Rafael Leite: Acho que o grande problema nessa questão são os canais da grande mídia que lutam para não perder o grande volume de dinheiro que circula em um determinado nicho. Acredito que o problema não seja propriamente de mercado, mas sim político, uma vez que o Estado outorga concessões e não fiscaliza adequadamente.

19) RM: Como você analisa o cenário da Música Popular Brasileira. Em sua opinião quais foram as revelações musicais nas últimas décadas? Quais artistas permaneceram com obras consistentes e quais regrediram?

Rafael Leite: A música brasileira sempre foi muito dinâmica e viva e sempre viveu de modismos e fases que não se perpetuaram, a bossa nova, o samba, o pagode, o rock brasuca, o sertanejo, todos esses são exemplos mais que evidentes disso.

Quantos artistas desses movimentos estão por aí e quantos já desapareceram. Pro mercado que induz ao consumo isso não quer dizer absolutamente nada. Para nós, consumidores de arte o que importa é a qualidade do produto, que se mantém, independentemente de estar na mídia, de estar bombando ou flopando nas grandes emissoras. Quem produzir música de qualidade, sem apelos, tem seu lugar garantido. É só olharmos em volta para vermos quem são eles.

20) RM: Quais as situações mais inusitadas aconteceram na sua carreira musical (falta de condição técnica para show, brigas, gafes, show em ambiente ou público tosco, cantar e não receber, ser cantado etc)?

Rafael Leite: Foram várias situações. Me lembro de uma especificamente em um festival em Taubaté – SP, onde o Grupo Limão Cravo, do qual fazia parte foi o campeão do ano anterior. Como fomos classificados, seríamos os primeiros a nos apresentar, eu como o mais velho do grupo, com um pouco de experiência era sempre o primeiro a entrar no palco.

E não é que quando entrei, não sei como escorreguei e caí, por sorte no palco e não para fora. Imaginem a risada geral. Tiveram outros casos como de tocar e não receber, mas um outro marcante foi de uma ocasião que fechei uma data com o dono de um bar em Jacareí.

Reuni algumas pessoas pro trabalho e fomos no dia marcado. Só que quando chegamos não tinha nenhum equipamento de som no local e o proprietário disse que não tinha fechado comigo. Nesse dia fiquei muito puto!

21) RM: O que lhe deixa mais feliz e mais triste na carreira musical?

Rafael Leite: Deixa-me feliz ver uma pessoa desenvolvendo o seu trabalho e apresentando, adoro sentar e ouvir o que o outro tem a mostrar. O que me deixa muito triste é ver pessoas desistindo de suas carreiras por falta de condições, como já aconteceu comigo.

22) RM: Existe o Dom musical? Como você define o Dom musical?

Rafael Leite: Dom musical, não acredito. Às vezes um artista tem mais facilidade para se desenvolver na arte, devido ao meio em que nasceu. Uma facilidade maior, mas não um dom. Qualquer um que estude e se dedique consegue se desenvolver em qualquer manifestação artística.

23) RM: Qual é o seu conceito de Improvisação Musical?

Rafael Leite: Oras, um músico que estuda, tem conhecimento de escalas, de sequência harmônica, de encadeamentos de acordes, improvisa sem nenhuma dificuldade.

24) RM: Existe improvisação musical de fato, ou é algo estudado antes e aplicado depois?

Rafael Leite: Essa questão é retórica. É claro que existe a improvisação e ela só é possível com estudo, seja ele teórico ou prático, empírico.

25) RM: Quais os prós e contras dos métodos sobre Improvisação musical?

Rafael Leite: Não vejo nada que possa ser colocado nem a favor, nem contra. Os métodos demandaram estudos dedicação de quem os produziu. Estão aí para serem estudados, existe uma metodologia para tal.

26) RM: Quais os prós e contras dos métodos sobre o Estudo de Harmonia musical?

Rafael Leite: No meu modo de entender a música eles não existem. Os métodos estão aí pra serem estudados. Não conheço um que possa ser desmerecido.

27) RM: Você acredita que sem o pagamento do jabá as suas músicas tocarão nas rádios?

Rafael Leite: Não acredito. Já vivi diversas situações envolvendo essa prática. Decidi que devo me manter afastado delas. Felizmente hoje temos a modalidade da Web Rádio que nos abre outros caminhos. Penso que devemos abraçá-las e caminharmos juntos.

28) RM: O que você diz para alguém que quer trilhar uma carreira musical?

Rafael Leite: Siga em frente, estude, pratique, seja feliz.

29) RM: Festival de Música revela novos talentos?

Rafael Leite: Sim, temos muitos nomes que surgiram deles. Mas parece que hoje em dia os festivais tomaram outro rumo.

30) RM: Como você analisa a cobertura feita pela grande mídia da cena musical brasileira?

Rafael Leite: Pela grande mídia não existe nenhuma cobertura, apenas show business.

31) RM: Qual a sua opinião sobre o espaço aberto pelo SESC, SESI e Itaú Cultural para cena musical?

Rafael Leite: Tenho algumas restrições a esses espaços, mas sei que cumprem suas funções.

32) RM: Quais os seus projetos futuros?

Rafael Leite: Finalizar o EP que já está encaminhado, divulgá-lo nas plataformas de streaming, em seguida dar início à outro que juntos vão compor um CD físico. Ficar atento às oportunidades e portas que se abrir.

33) RM: Quais seus contatos para show e para os fãs?

Rafael Leite: (11) 97465-7931 | (11) 3542 – 2376 | [email protected] | [email protected]

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Canal Rafael Leite: https://www.youtube.com/@rafaelleiteveredas

Orvalho e Rosa – Rafael Leite: https://www.youtube.com/watch?v=uTYmWRXQ3cQ

Alfa Apagada – Rafael Leite: https://www.youtube.com/watch?v=eIp5WHmV85k

Catavento- Rafael Leite: https://www.youtube.com/watch?v=IgsfupALMvQ

Playlist Rafael Leite: https://www.youtube.com/watch?v=eIp5WHmV85k&list=PL3dqa593oUvXYLfUIvZ48EiDYG9hEnkcx

Rafael Leite: https://open.spotify.com/intl-pt/artist/4rY2Lix6tLIHEB8FEytzxf

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Bate-papo musical entre Duda Jardim e Rafael Leite no Bar do Frango: https://youtu.be/hrATXEw6Ung?si=QeotJdSTQASWh_tQ


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